DEUS VAI MUDAR O TEU NOME:
Jacó deixa sua família, os servos e os animais. “Jacó, porém ficou só” (Gn 32.24) no vale Jaboque, que é um ribeiro que corre numa profunda fenda das montanhas de Gileade, em direção ao Jordão. Ali, sozinho, durante toda a noite ele lutou com um varão. “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (Gn 32.26). Ele não queria perder aquela oportunidade, precisava de benção de Deus.
O desesperado Jacó clamou: “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (v.26) e o grito do desesperado pela benção transformou Jacó num novo homem, com um novo nome. (v.28). Ele de fato tinha “prevalecido,” pois essa é a maneira de agir do Deus infinito em misericórdia: ele não pode ser derrotado pela nossa força, mas sempre é vencido pelo nosso clamor. E, assim o Jacó sem esperança saiu mancando, agora como Israel, pois “tinha visto a face de Deus.”
O que tiramos de lição nessa história ?
Jacó, era caçador de bênçãos, e mudou seu nome duas vezes, uma de forma errada, mais a segunda de maneira certa.
A primeira vez que Jacó mudou o nome, mudou por ele mesmo, mudou com mentiras, enganou seu pai, quando o mesmo le perguntou, qual o seu nome?
E ele respondeu: meu nome é Esaú.
Na segunda vez, ele lutou uma noite inteira com Deus, aí você me pergunta, como Paulino, um homem pode lutar com Deus? Amados, todos nos temos que lutar com Deus, se quisermos ser transformados, se quisermos receber a bênção. E você me pergunta mais confuso ainda, como poderei eu vencer a Deus? E eu te digo: pelo clamor da sua oração, pela mudança de vida, por entregar-se por inteiro a ele, e permanecer no centro da sua vontade.
Ninguém consegue vencer Deus, é pela misericórdia que somos abençoados.
Quando Deus, perguntar seu nome, não minta, diga quem você é, mais também diga que você quer ser transformado e quer mudar sua identidade.
Deixa Deus mudar o seu nome.
Fiquem com Deus.
Paulino Ferreira.
Jacó deixa sua família, os servos e os animais. “Jacó, porém ficou só” (Gn 32.24) no vale Jaboque, que é um ribeiro que corre numa profunda fenda das montanhas de Gileade, em direção ao Jordão. Ali, sozinho, durante toda a noite ele lutou com um varão. “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (Gn 32.26). Ele não queria perder aquela oportunidade, precisava de benção de Deus.
O desesperado Jacó clamou: “… Não te deixarei ir, se não me abençoares.” (v.26) e o grito do desesperado pela benção transformou Jacó num novo homem, com um novo nome. (v.28). Ele de fato tinha “prevalecido,” pois essa é a maneira de agir do Deus infinito em misericórdia: ele não pode ser derrotado pela nossa força, mas sempre é vencido pelo nosso clamor. E, assim o Jacó sem esperança saiu mancando, agora como Israel, pois “tinha visto a face de Deus.”
O que tiramos de lição nessa história ?
Jacó, era caçador de bênçãos, e mudou seu nome duas vezes, uma de forma errada, mais a segunda de maneira certa.
A primeira vez que Jacó mudou o nome, mudou por ele mesmo, mudou com mentiras, enganou seu pai, quando o mesmo le perguntou, qual o seu nome?
E ele respondeu: meu nome é Esaú.
Na segunda vez, ele lutou uma noite inteira com Deus, aí você me pergunta, como Paulino, um homem pode lutar com Deus? Amados, todos nos temos que lutar com Deus, se quisermos ser transformados, se quisermos receber a bênção. E você me pergunta mais confuso ainda, como poderei eu vencer a Deus? E eu te digo: pelo clamor da sua oração, pela mudança de vida, por entregar-se por inteiro a ele, e permanecer no centro da sua vontade.
Ninguém consegue vencer Deus, é pela misericórdia que somos abençoados.
Quando Deus, perguntar seu nome, não minta, diga quem você é, mais também diga que você quer ser transformado e quer mudar sua identidade.
Deixa Deus mudar o seu nome.
Fiquem com Deus.
Paulino Ferreira.

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